Dried eyes, why are you that way?
Dried eyes, who made you like this?
Dried eyes please look away,
Wet eyes already know what this is.
This is the reason of the rain,
This is why you cried again.
Dried eyes, it fooled you once.
Dried eyes, you let it fool you twice.
Dried eyes I have to announce
That wet eyes will melt the ice.
Every tear is aflamed with passion,
Each tear for every action.
Dried eyes, be careful with the heart.
Dried eyes, be careful with the mind.
Dried eyes, please don't start,
Wet eyes can stab you from behind.
The heart is why you cry,
The mind is you wondering why.
Wet eyes, leave for now.
Wet eyes, you can go already.
Wet eyes, you'll come anyhow
Because dried eyes aren't steady.
Cold eyes are not cool,
They make me feel like a fool.
Dried emotions will dry you dead.
Wet emotions will drown you.
Of all the eyes I have read,
The emotional ones were quite a few.
If I could read mine in the mirror,
I'd probably cry no further.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Silêncio, barulho, brincadeira e vida
No silêncio do meu canto
Estou eu, sozinho.
Por isso é que o tal canto
É meu e não do vizinho.
O vizinho está no barulho
No seu canto, sozinho também.
Enfim, com aquele barulho
Ainda acorda alguém.
Com o sono que uma pessoa tem,
As manhãs são lentas e as noites são breves.
Então num canto que mais ninguém tem,
Só eu tenho sonos leves.
Como o silêncio se espalha no ambiente,
Tão depressa também se vai.
De tanto barulho da música ambiente,
O meu silêncio cai.
A pergunta é:
"Silêncio, porque me deixaste?"
O silêncio, da maneira que é,
Não respondeu porque te queixaste.
Sim tu, vizinho da brincadeira.
És uma criança longe da maturidade.
A vida não é só brincadeira,
Afinal, é isso o que nos faz a idade.
Meu Deus, que vida de mais complexa.
Se não estou aqui no meu silêncio constante,
Estou noutro com um mentalidade complexa,
Diferente em cada coisa que faço num instante.
Estou eu, sozinho.
Por isso é que o tal canto
É meu e não do vizinho.
O vizinho está no barulho
No seu canto, sozinho também.
Enfim, com aquele barulho
Ainda acorda alguém.
Com o sono que uma pessoa tem,
As manhãs são lentas e as noites são breves.
Então num canto que mais ninguém tem,
Só eu tenho sonos leves.
Como o silêncio se espalha no ambiente,
Tão depressa também se vai.
De tanto barulho da música ambiente,
O meu silêncio cai.
A pergunta é:
"Silêncio, porque me deixaste?"
O silêncio, da maneira que é,
Não respondeu porque te queixaste.
Sim tu, vizinho da brincadeira.
És uma criança longe da maturidade.
A vida não é só brincadeira,
Afinal, é isso o que nos faz a idade.
Meu Deus, que vida de mais complexa.
Se não estou aqui no meu silêncio constante,
Estou noutro com um mentalidade complexa,
Diferente em cada coisa que faço num instante.
Subscrever:
Comentários (Atom)